Uma das preocupações durante a gravidez, seja ela a primeira ou a segunda, terceira, é o momento do parto. Você conhece todas as suas opções? Já sabe como quer que seu filho venha ao mundo? Existem alguns tipos: normal, natural, na água, a cesariana, o de cócoras e o parto com fórceps. Vamos a eles?

Normais, naturais ou Leboyer

O parto pode ser natural ou operatório. O parto normal é aquele que conhecemos, via vaginal. Dependendo do desenvolvimento dos acontecimentos, é possível que o médico use medicamentos e faça intervenções. Assim que haja dilatação, a mãe fica em uma cama de parto onde um médico responsável acompanhará  e controlará a saída do bebê. Há também o natural, sem intervenção ou indução externa. Nesse caso existem formas de fazer com que a mulher sinta menos dor, mas sem o uso de medicamentos. O método criado pelo francês Frédérick Leboyer é conhecido por tentar trazer o mínimo de traumas. Há pouca luz, silêncio, amamentação precoce e banho perto da mãe.

Parto cesárea

Muito disseminado no Brsil, é o parto com corte abdominal. É recomendado quando há descolamento da placenta, sofrimento fetal ou risco de contaminação por doenças infecções sexualmente transmissíveis.

De cócoras e na água

Uma das formas mais antigas de parir, já que a gravidade puxa o peso do bebê, acelerando a dilatação iniciada com as contrações. Se por um lado dessa maneira propicie uma abertura maior da vagina e bacia óssea, o parto de cócoras dificulta o acesso e a assistência ao recém nascido.

O parto na água proporciona um relaxamento e um ambiente calmo já que a água morna relaxa os músculos. O problema é que alguns médicos desaconselham essa forma por apresentar riscos para o bebê. Como a água não é estéril, pode acabar sendo contaminada por microorganismos. Além disso, um minuto depois do nascimento o cordão umbilical - responsável por toda a oxigenação do bebê - deixa de pulsar. É hora então do bebê respirar pelos pulmões, que não podem estar cheios de água.